rio de Registro de Imóveis onde o prédio está registrado e peça para fazer uma pré-notação do contrato. Isto dará publicidade ao contrato para terceiros, evita que a construtora venda o mesmo imóvel duas vezes e assegura seus direitos de comprador,

b) promessa de Compra e Venda, por escritura pública. É o mesmo contrato particular, só que feito no cartório. Fica mais seguro porque é um documento público e seu registro torna a transação indisponível a terceiros,

c) Contrato de Compra e Venda com Reserva de Domínio ou Hipoteca. Nesta modalidade já se faz a compra e venda propriamente dita, ficando o próprio imóvel como garantia da dívida, ou seja, enquanto não forem quitadas todas as obrigações do contrato, o imóvel não poderá ser vendido sem concordância da construtora.

É essencial que no contrato constem todos os dados da proposta de compra e, se possível, até a repetição de todas as condições citadas no memorial descritivo do imóvel.

Se você optar por financiar parte do valor do imóvel após a entrega das chaves, é fundamental que com pelo menos 3 meses de antecedência à entrega do imóvel você pesquise em seu banco e outros dois, qual oferece as melhores condições e consiga uma carta de crédito do banco escolhido.

Obs.: Durante a construção do imóvel o financiamento normalmente é feito diretamente com a construtora e corrigido apenas pelo INCC (índice nacional da construção civil), sem juros. Após a entrega das chaves o financiamento é bancário ou com a construtora mas em ambos os casos a correção é pelo IGPM ou IPCA com juros que variam de 8 a 12% ao ano. É Importante pesquisar!

Contrato assinado. Esta é a hora de comemorar!
É preciso segurar a ansiedade para esperar a entrega das chaves e planejar sua mudança com toda calma possível. Você realizou o sonho da casa própria e, provavelmente, fez um dos melhores investimentos de sua vida. Parabéns!


Voltar ao início da página


O BRASIL NA ELITE MUNDIAL DOS MERCADOS IMOBILIÁRIOS

Uma pesquisa inédita, abrangente e imparcial - encomendada pela Revista Exame ao Instituto Ibope Inteligência (instituições não ligadas ao setor imobiliário) - dissecou o comportamento do mercado nos segmentos residencial e comercial e revela que os imóveis brasileiros valorizaram 22% no último ano e ainda há espaço para mais crescimento.

O imóvel no Brasil ainda não está caro quando comparado aos preços praticados em outros países. Ocupa apenas a 64ª posição num ranking de preços de 90 países feito pela Global Property - Na média, o valor do metro quadrado é metade do que se cobra na África do Sul e na China.

A combinação entre demografia favorável, crescimento econômico e mais crédito explica o aumento recente da demanda por apartamentos e escritórios no país.

A cada ano surgem no Brasil 1,5 milhão de domicílios - número que pode passar para 2 milhões em 10 anos. As construtoras já não conseguem erguer apartamentos suficiente para fazer frente a essa demanda, o que explica o déficit habitacional do país, estimado em 8 milhões de moradias. É verdade que boa parte deste déficit está concentrada na baixa renda, mas estima-se que as famílias mais abastadas que vivem nas grandes cidades precisem de 100.000 novas moradias por ano, cerca do dobro do que as incorporadoras conseguem construir.

DEMOGRAFIA - A pirâmide social brasileira está se transformando, com o aumento da população com mais de 30 anos e do número de pessoas que vivem nas cidades o que favorece a formação de novas famílias e faz crescer a procura por apartamentos.
O número de brasileiros com mais de 30 anos aumentou de 37% para quase a metade da população (espera-se que este percentual chegue a 60% até 2030). Essa é a idade em que as pessoas formam suas famílias e buscam um lugar para morar.
Em 1990 75% da população brasileira viva nas áreas urbanas, em 2010 este número chegou a 85% e em 2030 será de 91%.

CRESCIMENTO ECONÔMICO - A expansão do PIB amplia a demanda por escritórios - surgem novas empresas e as companhias já estabelecidas geralmente crescem e precisam de espaços maiores - e eleva a renda da população, formando um novo contingente capaz de comprar imóveis.
O Brasil saiu do 20º lugar, em 1999, e alcançou a terceira posição no ranking das 32 economias mais fortes do mundo em 2010, elaborado pela Thornson Reuters, empresa especializada em informações econômico-financeiras. Significa a capacidade do país de gerar investimentos nacionais e estrangeiros. A expectativa é que o país se mantenha entre as 10 primeiras posições até 2014.
Diversos fundos estrangeiros passaram a investir em imóveis no Brasil nos últimos anos, como a Abu Dhabi Investment, maior fundo soberano do mundo, e a gestora britânica Autonomy.

CRÉDITO - A compra de imóveis depende de financiamento, que cresce ano a ano. Jovens e solteiros conseguem comprar, em vez de alugar, o primeiro imóvel em razão da maior oferta de crédito. Com os juros mais baixos, compradores de alta renda aceitam fazer um financiamento para comprar um imóvel melhor. Famílias de baixa renda passaram a comprar imóveis com a ajuda dos programas de incentivo do governo.

Clique aqui para baixar a matéria completa da Revista Exame: PDF 2.752KB


Voltar ao início da página




OS MOTIVOS PARA COMPRAR UM IMÓVEL NA PLANTA

Excelente Condição de Pagamento - As tabelas das construtoras são muito atrativas e, geralmente, podem ser adaptadas à necessidade de cada cliente. Na maioria das vezes o comprador paga 30% do valor do imóvel até as chaves (varia de 25% a 40%) e o restante pode ser financiado com o banco de sua preferencia (que estão com as menores taxas da história) ou mesmo com aprópria construtora.

Condomínio Econômico - Os novos empreendimentos já levam em consideração a demanda por condomínios baratos e, por isso, investem em infra-estrutura como reutilização da água, energia solar e medição individualizada de água e gás.

Documentação Descomplicada - Por nunca ter sido habitado, um apartamento na planta tem menos chance de ter problemas com documentação além de você poder optar por construtoras bem conceituadas no mercado. Neste ponto, vale lembrar que hoje a lei proteje o consumidor (Veja os instrumentos legais que foram criados para garantir a entrega do iempreendimento) tornando o investimento em imóvel na planta muito mais seguro.

Instalações Modernas - Instalações novas evitam custos com manutenção, além de suprirem, através de uma infra-estrutura moderna, as necessidades atuais dos consumidores.

Agilidade na Decoração
- Com a planta na mão o planejamento da decoração e compra da mobília é mais prazeroso, com tempo suficiente para escolher e cotar materiais de construção e móveis, o que aumenta a possibilidade de fazer uma melhor negociação.

Personalização do Apartamento - Mudanças no projeto para adequação à necissidade de cada família podem ser feitas com mais facilidade e, muitas vezes, entregues sem custos adicionais pela própria construtora.

Alta Liquidez - Se o mercado imobiliário continuar aquecido, a economia estável e o imóvel escolhido for bem localizado, tiver uma boa planta e estiver com uma avaliação coerente, ele vende muito rápido, terá alta liquidez.

Lucro Nas Chaves - Não é uma regra, porém, na maioria das vezes, é o que acontece. Segundo o CRECI, um imóvel na planta pode render 50% a mais que um imóvel usado.

Realização Pessoal - A facilidade de pagamento de um imovel na planta tem ajudado na realização dos sonhos de muitas famílias. Morar em um apartamento novo não tem preço.

Voltar ao início da página




OPINIÃO DE ESPECIALISTAS:

A opinião de quase a totalidade dos especialistas é que o mercado está bastante aquecido e não há, no Brasil, o risco de "bolha".

"Configuraria uma bolha se houvesse demanda artificial, ou preços artificiais, o que não é o caso do Brasil"
João da Rocha Lima, professor titular de real state da Poli-USP (Escola Politécnica da Universidade de São Paulo).

"Tudo indica que o Brasil caminha para uma expansão sustentável"
Susan Wachter - Professora da escola de negócios Wharton, nos Estados Unidos

"Haverá grandes lançamentos, mas, se a economia crescer mais que o esperado, pode não ser suficiente"
Walter Cardoso - Presidente da Consultoria Richard Ellis

"Nos últimos dez anos se produziu muito pouco imóvel para a fatia mais popular, então há uma demanda gigantesca reprimida"
Luiz Paulo Pompéia, diretor da Embraesp.

"O limite do preço do imóvel é o limite do bolso do comprador. Estamos no início de um ciclo virtuoso, com massa salarial crescendo, mais empregos e acesso ao crédito. Tenho certeza de que não estamos vivendo uma bolha"
Celso Petrucci, do Secovi.